não se cumpre
Renan Santos está sendo censurado — a mesma regra, impune em todo o espectro. Os dados →

Método

Duas listas, uma diferença. Tudo público, tudo reproduzível.

O que comparamos

A Resolução do TSE exige que cada candidatura informe seus endereços eletrônicos de campanha no registro de candidatura (o campo “Sites do Candidato” do DivulgaCand). Nós montamos dois grafos: o declarado (CSVs abertos do TSE, baixados 4x ao dia) e o encontrado (o que a internet pública trata como canal daquela campanha). O site publica a diferença.

De onde vem o “encontrado”

Na ordem: os próprios sites que o candidato declarou (seguimos cada link da página); as APIs oficiais da Câmara e do Senado; o Wikidata; os perfis do Ranking dos Políticos; e buscas específicas por canais de WhatsApp e Telegram. Cada fonte tem um peso, e nenhuma publica sozinha — exceto o caso mais forte de todos: um canal linkado no site que o próprio candidato registrou no TSE.

Quando uma linha é publicada

Um achado só aparece publicamente com confiança ≥ 0,70, ou ≥ 0,60 vindo de duas fontes independentes. Handles que não lembram o nome do candidato, números de contato, grupos de WhatsApp e contas das próprias plataformas são barrados ou vão para revisão humana. O que está em revisão não é publicado.

O que este site não afirma

Não afirmamos que houve infração eleitoral — isso é juízo da Justiça Eleitoral, caso a caso. Publicamos um fato verificável: o canal existe, está público, e não consta (ou consta divergente) do registro. Também não usamos notas, rankings ou qualquer critério ideológico: o universo de candidatos é definido por cargo e notabilidade, documentado no repositório.

Reprodutibilidade

A base completa sai em CSV aberto. Snapshots diários do campo declarado ficam versionados, com histórico imutável: se uma candidatura corrigir o registro amanhã, o retrato de ontem continua público em mudanças.